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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Os cantos da casa, os cantos da alma

Fui visitar os meus avós no domingo. O meu avô tem 85 anos e a minha avó 84. Todos os dias fazem uma (ou duas) caminhadas pela estrada que se prolonga para lá da aldeia.
Quando vou com eles fico cansada.
No lado direito da estrada há um eucaliptal. Costumo trazer eucalipto para secar ou só para enfeitar a casa.
Cheira bem e faz-me lembrar os passeios com os avós.
É só isto é, às vezes, isto é tudo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Verão 2014








É verdade, dois anos depois revelei as fotos da Diana que tinha tirado nas férias de 2014. È que entretanto a embaixada lomográfica de Lisboa fechou e não sabia muito bem onde as revelar até que uma amiga me falou na Print Factory  e fizeram um ótimo serviço.
è pena que a fotógrafa não corresponda... Nesse ano esqui-me de tirar a moldura de tirar em pequeno formato e fotografei em grande, apanhando a moldura a preto. Depois, como não fotografo muito, de uma ano para o outro esqueço-me dos erros que cometi e volto a fazer tudo igual.,.
Mas mesmo assim, vale a pena, eu até gosto das pequenas inperfeições e das coisas estarem meias desfocadas, acho que ficam mais parecidas com as imagens que a nossa memória vai retendo.
Não alterei mesmo nada nestas imagens, até a moldura ficou.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A vida é no verão






É passar 24 sobre 24 horas com o M., tão diferente do resto do ano em que andamos sempre a correr.
É saber lidar com a birras e exigências de uma criança de 6 anos. Saber identificar o cansaço e perdoar todas as horas passadas a ver televisão (afinal de contas ele teve um ano bem duro).
É não saber como escapar à Ria Formosa e às águas quentes de Cabanas.
É comer gelados todas as noites, porque os gelados da Delizia são indiscritíveis (mas podem ler sobre eles aqui)
É já não saber o que é ir ao mar descansada, porque tudo são jogos de bola, corridas a nadar ou combates contra as ondas.

É saber que no fim, muitas das memórias felizes serão as destes dias de verão.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Teatro São Luiz


De vez em quando vamos ao São Luiz. Tem uma óptima programação para os mais novos e é um teatro tão bonito!!!
Desta vez tinhamos ido ver filmes mudos com música ao vivo, os "Filmes Pedidos".
Garanto que todos os espetáculos são bons, é só escolherem o que mais gostam.
Já temos agendado o concerto da Capicua.
(É tão bom podemos partilhar momentos destes com os nossos filhos!)

Janela Moldura


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Quinta do Pisão - Um passeio no Inverno









Da visita à Quinta do Pisão  - que já foi feita em Janeiro - saíram estas fotografias.

è um sítio muito bonito para passear, fazer piqueniques e, sobretudo, ir à horta biológica apanhar os alimentos e depois pagá-los (tem mesmo coisas ótimas).

Prometo voltar lá mais vezes!


domingo, 1 de março de 2015


Foi um fim de semana divertido e cheio de coisas boas. Começámos o Sábado no CCB a ver um espectáculo de música e marionetas, chamado "Às cavalitas do vento". Parámos para um café - devia ser proibido pagar 1€ por um café, mas enfim - e depois aproveitámos para ver a exposição do Pedro Barateiro, onde nós sentámos nuns bancos feitos de troncos de palmeira, enquanto voltávamos ao assunto já discutido cá por cada, da morte destas árvores por causa dos escaravelhos.
Mas enquanto as palmeiras morrem e as sondagens dão um empate técnico PSD/CDS e PS, augurando outras mortes mais lentas e silenciosas, a Primavera começa a surgir exuberante.

Hoje, Domingo, voltámos à Gulbenkian, desta vez para ver a orquestra com a Adriana Partimpim. Eu acho que gostei mais do que ele!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Neve





Há mais de vinte anos que não ia à Serra da Estrela. Na verdade, nunca tinha ido assim, de vontade própria, mas este mês de Janeiro lá tomámos a decisão de ir às terras frias e altas. O Manuel estava muito desejoso de ir ver e sentir a neve e teve sorte, na noite antes de chegarmos tinha caído o primeiro nevão do ano! E assim, fizemos os nossos primeiros bonecos de neve, aproveitámos toda a beleza da serra, o frio, a neve branca e fofa e só ficámos com pena de terem sido só três dias. Talvez na primavera, quando inúmeros tons de verde substituírem os brancos e azuis, voltemos.
E é uma felicidade poder viver num país tão bonito!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Chegar ao Inverno para lembrar o Verão

[Porque só agora houve tempo de descarregar as fotografias]






E lembrar-me da felicidade que é ver o meu filho correr atrás dos meu avós. E dos gatos que nasceram e que já andam pelo mato.
E esperar que no próximo ano tudo se possa voltar a repetir.

domingo, 21 de setembro de 2014

O sítio que escolhi para ser feliz

Há uma semana, começámos um novo ritual.
Saímos do prédio, subimos a rua, viramos à esquerda, passamos por baixo das árvores que se chamam olaias, subimos as escadinhas, damos a curva e entramos na escola.
É tão fácil! Sem pressas para entrar no carro, por o cinto, sem trânsito. Assim de fácil!
Encontramos amigos no parque e parece que tudo o que precisamos está aqui no bairro. Reparo nas casas bonitas, nos prédios que são pintados de novo, nas frutas â porta da merceria.
Ao princípio foi difícil porque o M. ainda não tem educadora e nós não tínhamos forma de ficar com ele em casa. Ainda ponderámos voltar ao colégio em Carnide, mas andar para trás demoveu-nos.
Agora, mesmo só com a auxiliar e alguns amigos ele está feliz. Nós estamos felizes.
E começo a pensar que o meu mundo é o meu bairro.
(E quem sabe um dia não acabo a trabalhar no palácio - que dizem assombrado - mesmo aqui ao lado).

sábado, 12 de julho de 2014

Carpe Diem Arte e Pesquisa



Sem filho em casa, fomos passear. Há muito que queria ir ao Carpe Diem. Ainda fui aluna do Paulo Reis, um dos mentores do projeto. Era um homem divertido e inteligente, percebia-se o quanto gostava de celebrar a vida. O Carpe Diem é um bocado dessa memória.
Um sítio lindíssimo que casa bem com a arte contemporânea, um jardim, uma cafetaria onde apetece permanecer. Gostei mesmo.
O difícil foi escolher as fotografias, como podem reparar... Qualquer um é bom fotógrafo ali.
(Obras de Tim Etchells, Susana Anágua, Edgar Pires e Tito Mouraz)