Mostrar mensagens com a etiqueta Filhote. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filhote. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Obrigada, filho!


Nem sei bem que título dar a este post... Um dia, ao sairmos da escola, o Manuel disse: "Olha, mãe! As folhinhas que colam!" E, de repente todo um efeito"madalena/Proust" se deu em mim... O coração bateu de forma diferente e pareceu-me que regressava à rua da minha avó, com a minha amiga Sandra ao lado, o cheiro da terra do quintal da Eurídice, o medo do Russo que começava a subir a rua e, sobretudo, a extrema, extrema importância das coisas pequenas, simples e belas.

Por isso, o título só pode ser: "Obrigada, filho!"

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Rapazes


Nunca acreditei nisto, mas agora, quando ele faz coisas como estas, a única frase que me vem à cabeça é "boys will be boys".

(Só não sei se estou pronta para esta corrida)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Desenhar



Antes de ser mãe prometi muitas coisas (não tantas com a Malika Chopra, embora algumas coincidam) e uma delas foi que livros de pintar jamais entrariam lá em casa... Mas a verdade é que ora pela mão de uns ou de outros, lá forma chegando e o M. foi começando a fazer-se a eles. Eu, sou feroz defensora da criatividade e tudo o que me cheire a facilitismo criativo  faz-me comichão. E os livros de pintar, estes de pintar direitinho e dentro do contorno, ai, ai, ai... Mas vou fazer o quê? Mesmo assim não é tão mau como o tempo que passa a ver bonecos no You Tube (que ontem até o Winnie the Pooh em russo nos calhou na rifa!).
Às vezes pinto com ele e mostro-lhe outras formas de pintar: com cores misturadas, às pintinhas ou então até desenhar coisas nos fundos dos desenhos (onde será que este elefante está?). Enfim, eu tento... Ele gosta realmente de pintar.
Quanto a mim, fico deliciada quando lhe dá para o desenho, ainda por cima quando vem acompanhado de narrativa, como aquele dia em que o pai estava na casa do pinheiro e depois saiu par ver o Voltuja (1) que estava no buraco: "Aqui vês?"


(1) Voltuja é um personagem imaginário de um filme do Winnie, mas que de vez em quando também aparece lá em casa (e risca paredes e faz outras patetices). Aparece também na vossa casa?

quinta-feira, 12 de abril de 2012

É um cavalo ("amanhã talvez seja a valer, hoje é a brincar")


Nunca pensei fazer uma cavalo de pau, mas lá no colégio pediram para fazermos um animal da quinta em casa e ao Manuel calhou um cavalo. Lembrei-me logo do cavalo que o meu irmão tinha (por onde andará ele?) e que era lindo... (teremos sempre saudades da infância?)
Pesquisei na net (benditos blogues de mães crafty) e inspirei-me neste, mas também existem estes (um pouco mais difíceis) e este (muito fácil).
Só precisei de uma meias, botões e lã que comprei no chinês mais próximo. Claro que fui eu a fazer quase tudo, mas ele viu e, no fim, adorou encher com a espuma e cavalgar!!
Agora o cavalo, a que demos o nome de Castanho, está no colégio para uma exposição de animais na quinta.

Atrás, podem ver o outro cavalo, o marinho, (com ovinhos na barriga e tudo) que fizemos a partir do livro de Eric Carle, "O Senhor Cavalo Marinho" que descobrimos nossa biblioteca favorita.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quando tudo começa num Museu…

Pois, tudo começou aqui... Gostámos tanto da oficina de contos da Catarina Claro e da Susana Pires que plantámos logo o feijão que nos deram no museu. Depois, comprámos o livro do “jadineilo Jóge”, o que equivale e dizer “O Jardim Curioso” de Peter Brown, cujo personagem principal é um menino chamado Jorge. Fomos vendo o feijão crescer, criar raízes e começar a ficar apertadinho no algodão. Quando veio da Vertbaudet a hipótese de comprar um conjunto de jardim, com dois vasos, pá e garfo, a mamã, claro, não resistiu e o feijão ganhou uma nova casa. O Manuel todos os dias que ele está grande e que vai ficar uma árvore! Depois, através da página “Novos Rurais” do Facebook, vimos uma imagem de um jardim feito em cascas de ovos… Fomos ao Alentejo e, no quintal dos avós, arranjámos umas carnudas, hortelã e algumas sementes e foi este o resultado!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Nós na Ilustrarte


Sobre a Ilustrarte já escrevi aqui, mas não resiti a esta fotografia: sim, gostamos de livros!

A nova cama velha


O Manuel tem quase dois anos e meio, mas para mim ainda é pequenino. Pouco depois de ter feito um ano mudámos a cama de grades para o quarto dele, mas eu acordava imenso durante a noite porque ele ainda mamava e começou a dormir muitas vezes na nossa cama. Não é nada prático ter um bebé a dormir no meio dos pais por isso, rendemo-nos às evidências:
1 - eu gosto de o ter por perto,
2 - evito caminhadas de ir e vir ao quarto dele para depois não conseguir voltar a pregar olho,
3 - estou longe dele durante todo o dia, à noite, gosto de o ouvir respirar, resmungar, sonhar e, às vezes, rir...
por isso... tirámos as grades de um dos lados da cama e agora temos dois em um. É muito prático!
Bem sei que o co-slepping é um assunto controverso, como se pode ver pelos comentários a esta mensagem, para para nós, e no presente, funciona.
Entretanto, temos uma nova cama velha no quarto dele. A ideia é ir alternando: pode, por exemplo, dormir a primeira parte da noite sozinho e a segunda connosco, porque não vamos desmontar a cama de grades.
Esta "nova cama velha"´era da avó Lia quando era solteira e garanto, muito mas muito mais fácil de montar do que qualquer móvel do Ikea: foram precisos 2 minutos! Reutilizar coisas bonitas e com história sabe mesmo bem (e o ambiente agradece!).

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

I'm a real artist :)



A intervenção de Legos dele no presépio... digam lá se não tem sentido estético?


(e eu, que queria que ele fosse maestro)



Prenda de Natal







Um sítio só dele: para inventar mundos (mas onde toda a família acaba por colaborar)


(Só agora me dei conta que não escrevia desde Setembro... Mas por onde tenho andado?)

domingo, 4 de setembro de 2011

Passeio de Domingo



É um dos passeios mais óbvios para os Lisboetas (pelo menos para alguns).
Para mim, tem 3 vantagens:
- é perto de casa
- posso ver óptimas exposições, que ao Domingo são gratuitas
- tem um jardim fantástico

Tenho muitas fotografias de miúda aqui. Eu e o meu irmão rebolávamos na relva e achávamos sempre que um dia iríamos parar ao lago.
Foi no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian que a minha educação artística se fez (sem nunca ter passado por nenhumas actividades de serviço educativo, só a olhar tanta coisa estranha).
Hoje em dia, vou lá muito com o Manuel. Primeiro passamos pelo CAM (hoje vimos a exposição do João Penalva, que bem merecia uma visita-sem-bebé), depois fomos para a relva andar descalços e dar comida ao patos.
Pelo meio ainda encontrámos dois amigos.

Em Lisboa, a Gulbenkian é uma inevitabilidade.

sábado, 9 de abril de 2011

Contapetes



Depois de uma semana e meia fechado em casa por causa de um bicho chamado varicela, fomos ver os Contapetes para bebés ao Maria Matos. O Manel, como sempre, fica muito concentrado a olhar e não é muito de se intrometer mas, no fim, revisitámos todos os tapetes e ainda trouxemos dois livros para nos lembrarmos das histórias em casa.
A repetir...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Nós e o Babyoga

Primeiro pensei escrever um mail à Ana. Depois achei que há agradecimentos que devem ser públicos e partilhados.
Começámos - eu e o Manuel - a ir às aulas de babyoga em Dezembro de 2009. Lembro-me perfeitamente da primeira aula, ele ainda tão pequenino e eu um pouco ansiosa com o que iria acontecer... Fizemos os primeiros exercícios e depois o bicharoco quis maminha...
Voltámos em Janeiro e tornámo-nos assíduos nas aulas de Terça-feira nos Kuantos Meses (mais tarde passámos para as Mamãs e Companhia *). É claro que tudo isto incluiu um trabalho de pesquisa prévio sobre o que é o Babyoga e todas as vantagens que tem para os bebés. Eu estava interessada que o Manuel conhecesse melhor o seu corpo e tomasse consciência de si. Ao princípio não chegávamos a fazer a aula completa, mas os 20 ou 30 minutos mais activos eram momentos hiper divertidos e de uma profunda partilha entre mim e o Manuel.
Percebi aos poucos que o que está envolvido no conceito de Babyoga é muito mais do que é descrito "oficialmente" e é claro que a minha experiência, será sempre a minha experiência... Enquanto ainda estava de licença de maternidade estas aulas eram verdaeiras bolhas de oxigénio colocadas ao meio da semana: encontrava outras mamãs e partilhava com elas dúvidas, alegrias, modos de estar. Depois da aula havia sempre momentos de conversa com a Ana. Foi ela que me apresentou o livro do Carlos Gonzaléz, Bésame Mucho (de que já aqui falei e que mudou a minha vida), assim como Suave Primeiro Ano... Também com a Ana e com os exercícios de Babyoga aprendi brincadeiras que divertem imenso o Manuel, como o "pé à lua" ou "o panda rebola" - e que constantemente repetimos. Aprendi a respeitar profundamente o meu bebé como pessoa: não o forçar a fazer exercícios que ele não gosta (como as posturas invertidas), mas também não o obrigar - no dia a dia - a fazer algo que o possa assustar ou para o qual ele não parece minimanente interessado. Reforcei a minha posição em relação á importância da amamentação (o Manuel tem 16 meses e ainda mama) e até foi a Ana que me disse que quem amamenta para lá do 1º ano tem direito a continuar com horário reduzido!
Acho que estas aulas - para além para além dos benefícios referidos - fizeram bem à minha alma de mãe e estou convencida que mudaram profundamente a forma como eu encaro a educação do Manuel: passei a perceber que a palavra "educação" significa "partilha mútua" e que mãe e filho crescem de forma paralela. Por isso, agradeço à Ana do fundo do coração (e obviamente com um lagrimita ao canto do olho).
Post Scriptum:
Foi também a Ana que nos apresentou a Reflexologia Podal Infantil, que tem ajudado muito nos - felizmente raros - momentos em que o Manuel está mais adoentado ou com dores de dentes. Uma ferramenta indispensável para mães e pais.
* Devo também aqui referir que foi nas Mamãs e Companhia que fiz o Curso de preparação para o parto com a Isabel Ramos de Almeida, que foi sempre fantástica e deixar um agradecimento à Anabela, que recebe bebés e mamãs sempre com um sorriso carinhoso.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fauna


O tio João ofereceu-os, o pai deu-lhes nome:
PEC I
PEC II
PEC III

(afinal de contas quem não precisa de estabilidade e crescimento?), mas o Manuel chama-lhes "ch" (como som de "x" de pei"ch"e)

Espero que tenham longa vida.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

*o*



Cabe na palma da mão, mas por enquanto quem não lhe vai por as mãos em cima é ele.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Passear em Lisboa




Ontem fomos à quinta! Nunca vi o bicharoco tão feliz, a falar com os animais e a correr atrás das galinhas e do pavão. Impressionante, como não tem medo de nada!

Brinquedos preferidos


Os livros que teimam em não arranjar lugar nas já escassas prateleiras cá de casa são uma grande entretenga para o bicharoco.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Dizem que é uma espécie de carta aos duendes do Pai Natal...



Ass. Manuel

P.S. _ A minha mãe disse para eu dizer que queria isto, mas para não dizer a ninguém que foi ela que disse! (eu preferia as cenas dos Digimons)
P.S.2 _ A minha mãe também disse que são os duendes que trabalham, não o Pai Natal (se trabalhasse não sofreria de obesidade)
PS. 3 - A mãe também disse para não abusar muito desta sigla "PS", que é um bocado reaccionário (ela prefere PSR, com R de Revolução)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A casa






10 minutos aqui, dez minutos ali... aqui está a casa (e eu confesso que fiquei muito orgulhosa da obra)

Dianas





Estas fotos são um luxo nos tempos que correm, mas ficaram tão lindas, tão lindas que valeu a pena o dinheiro gasto.
Para o ano há mais, querida Diana!

domingo, 24 de outubro de 2010

I love the way we sling

sling Fera da Rosa
2-9-2010