sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ready made



Encontrei-as no Domingo, no Alto dos Moínhos e são tão lindas que vão ficar tal como estão!

A defesa


Básico, mas verdade: o que tem de ser tem muita força.
No dia 16 chegou a carta com a data da defesa da tese. É o momento final e mais temido desde que me meti neste mestrado.
Por um lado é óptimo pensar que posso apresentar publicamente o meu trabalho e defendê-lo com unhas e dentes, que vou finalmente ficar livre para as inúmeras tarefas (essencialmente domésticas) que tenho vindo a adiar, para alguns passeios em atraso e para estragar ainda mais o Manuel com mimos. Por outro, as dores de barriga já começaram, imagino a minha garganta a ficar seca no momento da defesa, o coração a querer sair do peito e o pior, não conseguir responder às perguntas que os membros do jurí me fizerem...
Mas, para ser sincera, já tenho saudades de voltar a estudar!

domingo, 20 de junho de 2010

Parque do Bensaúde




Fomos lá a semana passada. Fica aqui pertinho de casa e ainda é um sítio pouco conhecido (esteve fechado muito tempo) e por isso muito tranquilo. Como é um parque (e não um jardim) ainda é meio selvagem e impróprio para carrinhos de bebés. As árvores são lindissímas, só por elas vale a pena ir lá (na planta estavam prometidas umas casas nas árvores, mas não encontrei).
É óptimo para:
ir sozinho e levar um livro
ir em grupo fazer um piquenique
ir com crianças pequenas passear
ir apanhar fresco ao fim da tarde, no verão
(e, infelizmente, também para ficar com um ataque de alergia)

Mais informações e história do parque aqui e aqui

Ele


Gosta de brincar com as coisas mais improváveis (escoadores, molas, rolos de papel higiénico vazios, caixas de ovos),
já tem um dentinho,
anda nos treinos para gatinhar.

Ontem, quando passámos numa livraria mesmo aqui ao pé de casa, comprei-lhe o belíssimo livro "Branco e Negro: Os meus animais"

Entretanto, na impossibilidade de comprar uma caríssima cadeira tripp trapp, descobri umas muito mais baratas e igualmente lindíssimas (e evolutivas) aqui.

sábado, 12 de junho de 2010

Rituais


Quando estou de folga, ao Sábado de manhã - e depois da natação do Manuel -, gosto sempre de ir à Biocoop. Confesso que, se não fosse lá, não compraria tantos legumes. Todos são saborosos e coloridos (depois de ter comido cenouras biológicas, todas as outras me sabem mal).
Não resisto às pequenas abóboras, que utilizo nas sopas do bebé (só não percebo porque é que as cabaças vêm da Argentina, quando há tantas em Portugal!).
Na padaria, o pão de três sementes é o melhor que já comi em toda a minha vida. O café e as empadas de cogumelos também valem muito a pena.
Desde que lá vou já conheci imensos legumes novos, como por exemplo a mizuna (vegetal japonês que costumo usar na sopa).

E é tão bom ver como o frigorífico fica invadido de verde.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Going Green

Como já se reparou ando preocupada com o ambiente que me (nos rodeia). Descobri este fantástico vídeo (mais uma conferência TED) que me enche de vontade de encher a casa (ainda mais) de plantas.
E um blogue para ir espreitando: 365 coisas que posso fazer para diminuir a minha pegada ecológica.
E uma etiqueta nova: Going green

domingo, 23 de maio de 2010

De hoje


Mesmo no último dia, ao fim da tarde, ainda conseguimos ir à feira do livro.
Resultado:
um livro para a mãe (O Museu da Inocência, de Orhan Pamuk) e quatro para o filho!!!

Na fotografia: Onde? Frederico de Leo Lionni (fiquei arrependida de não os ter comprado todos)
Como nos fizemos sócios da APCC ainda ganhámos 3 livros com belíssimas ilustrações e textos:
- O cão e o gato, António Torrado/André Letria
- O menino e a nuvem, Luísa Ducla Soares/Raffaello Bergonse
- O voo do golfinho, Ondjaki/Danuta Wojciechoswska

E ainda, para a mãe e para o filho, duas agendas do Planeta Tangerina.
Faltou comprar O Primeiro Gomo da Tangerina.


Outras coisas:
há uma semana jantei com os meus antigos colegas da livraria Castil, o meu primeiro emprego. Gostei tanto de revêr toda a gente. Às vezes tenho saudades dessa vida de livreira: os livros novos a chegarem, as conversas com os clientes mais assíduos, a azáfama do Natal... Essa experiência foi fundamental na minha formação como pessoa, tive muita sorte em poder passar por isso.
Mais ou menos parecido, às vezes passo por aqui (mas ainda não fui lá fisicamente)


Ah, e odiei o espaço da Leya na feira, tão barulhento, com funcionários a mais a distribuirem coisas desinteressantes e uma moça a contar histórias ao microfone. Bah!