Quando fomos de férias o meu irmão ficou com os peixes. Eram três, morreram dois. Voltaram - hoje - três. Por isso, as contas são fáceis: dois deles são novinhos em folha!
"Do not ask me who I am and do not ask me to remain the same: leave it to our bureaucrats and our police to see that our papers are in order. At least spare us their morality when we write." Michel Foucault
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
7º dia: algo novo
Quando fomos de férias o meu irmão ficou com os peixes. Eram três, morreram dois. Voltaram - hoje - três. Por isso, as contas são fáceis: dois deles são novinhos em folha!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
6º dia: Memória de infância
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
franja demasiado curta, "iso" demasiado elevado
Não fui eu que lhe cortei o cabelo. Foi mesmo a cabeleireira.
Cada vez que lhe vou cortar o cabelo constato que o prefiro de cabelo comprido. E esta franja... partiu-me mesmo o coração :(
Quanto à foto, foi uma experiência no modo manual com um "iso" elevadíssimo. Gosto tanto da imperfeição! (excepto nas franjas, como já se viu)
4º dia: cor favorita
Oh dificuldade!
Normalmente - e como é óbvio pelo nome e design deste blog - a minha cor favorita é o azul. Azul ciano. Azul petróleo. Azul turquesa. Azul cobalto. Azul marinho. Azul da prússia.
Mas isto nem sempre é verdade. Há momentos em que prefiro o verde. Para casa, prefiro o branco. Para alimentos, o vermelho.
Por isso - e para não "azular" demasiado este blog, hoje preferi o verde relva.
Passeio de Domingo
É um dos passeios mais óbvios para os Lisboetas (pelo menos para alguns).
Para mim, tem 3 vantagens:
- é perto de casa
- posso ver óptimas exposições, que ao Domingo são gratuitas
- tem um jardim fantástico
Tenho muitas fotografias de miúda aqui. Eu e o meu irmão rebolávamos na relva e achávamos sempre que um dia iríamos parar ao lago.
Foi no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian que a minha educação artística se fez (sem nunca ter passado por nenhumas actividades de serviço educativo, só a olhar tanta coisa estranha).
Hoje em dia, vou lá muito com o Manuel. Primeiro passamos pelo CAM (hoje vimos a exposição do João Penalva, que bem merecia uma visita-sem-bebé), depois fomos para a relva andar descalços e dar comida ao patos.
Pelo meio ainda encontrámos dois amigos.
Em Lisboa, a Gulbenkian é uma inevitabilidade.
sábado, 3 de setembro de 2011
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