Não me parece que existam muitas palavras para esta música, mas confesso que começa a fazer parte dos meus dias.
(e fico contente)
"Do not ask me who I am and do not ask me to remain the same: leave it to our bureaucrats and our police to see that our papers are in order. At least spare us their morality when we write." Michel Foucault
terça-feira, 19 de março de 2013
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Era uma vez um pinhal...
Há sítios que são casulos de esperança. São muito raros de
encontrar e, quem tem essa sorte, pode considerar-se mil vezes felizardo. E nós
somos!
Este fim-de-semana, fomos ao Pinhal das Artes. Fomos porque
me importa a educação artística (que para mim equivale e educação cívica,
também) do Manuel e porque me esforço para que ele tenha acesso ao máximo de
experiências possíveis (sem o levar ao limite e não descurando os dias passados
em casa a fazer “nada” ou os passeios de jardim). Desconfio que, enquanto me “esforço”
com isto, eu própria como mãe e pessoa aprendo imenso.
Podia escrever muita coisa sobre o que fizemos e o que vimos
no Pinhal das Artes, mas nunca conseguiria transmitir o ar que ali se respira.
Por isso, passo…
O que me impressionou, o que me deixa realmente contente é
que vi um projeto com dezenas de pessoas envolvidas de alma e coração (a maior
parte voluntários) e uma comunidade que parece encontrar-se na e para arte,
numa troca mútua em que todos dão e ninguém perde. São tão poucos estes projetos
em Portugal, socialmente implicados e sem perder qualidade artística… E, acho
eu, que faz falta a outras instituições culturais portuguesas olharem para
estes exemplos, não para serem iguais, mas para realmente poderem refletir que
papel querem ter no mundo contemporâneo e na(s) comunidade(s) em que estão
inseridas. (Os museus também podem ser assim, não podem?)
Concluindo, não sei se fui eu ou a cria que aproveitou mais…
Cada um aproveitou à sua maneira, mas cada vez acredito mais que os projetos
para crianças também ajudam a educar os pais. E isto tem sido muito importante
para mim como mãe e como profissional da área da cultura.
Só posso agradecer a todos os que tornaram isto possível.
Para conhecer um pouco mais do (inspirador) Paulo Lameiro,
aqui está uma entrevista feita pela Laurinda Alves
| O primeiro xadrez |
| As carpas Koi |
| A alface plantada no jardim mandala da Eunice |
quinta-feira, 28 de junho de 2012
1002 dias
"Eu também tenho um bébe", dou comigo a dizer isto frequentemente.
Mas, ultimamente quando olho para ele... está tão alto, comprido, ocupa tanto espaço na cama...
E depois diz: "Ê já xou muito quexido" ou pergunta (quando ainda quer ser bébe, adivinho): "Ê inda xou pequenino, mãe?"
Respondo que sim a tudo.
Quando vai para o colégio, não me dá troco nenhum ao pé dos amigos. Hoje correu para o autocarro da praia, para se sentar ao pé da colega favorita, nem beijo nem nada...
Estás crescido, filho, mas ainda és pequenino.
Mas, ultimamente quando olho para ele... está tão alto, comprido, ocupa tanto espaço na cama...
E depois diz: "Ê já xou muito quexido" ou pergunta (quando ainda quer ser bébe, adivinho): "Ê inda xou pequenino, mãe?"
Respondo que sim a tudo.
Quando vai para o colégio, não me dá troco nenhum ao pé dos amigos. Hoje correu para o autocarro da praia, para se sentar ao pé da colega favorita, nem beijo nem nada...
Estás crescido, filho, mas ainda és pequenino.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
É um cavalo ("amanhã talvez seja a valer, hoje é a brincar")
Nunca pensei fazer uma cavalo de pau, mas lá no colégio pediram para fazermos um animal da quinta em casa e ao Manuel calhou um cavalo. Lembrei-me logo do cavalo que o meu irmão tinha (por onde andará ele?) e que era lindo... (teremos sempre saudades da infância?)
Pesquisei na net (benditos blogues de mães crafty) e inspirei-me neste, mas também existem estes (um pouco mais difíceis) e este (muito fácil).
Só precisei de uma meias, botões e lã que comprei no chinês mais próximo. Claro que fui eu a fazer quase tudo, mas ele viu e, no fim, adorou encher com a espuma e cavalgar!!
Agora o cavalo, a que demos o nome de Castanho, está no colégio para uma exposição de animais na quinta.
Atrás, podem ver o outro cavalo, o marinho, (com ovinhos na barriga e tudo) que fizemos a partir do livro de Eric Carle, "O Senhor Cavalo Marinho" que descobrimos nossa biblioteca favorita.
terça-feira, 10 de abril de 2012
O vestido
Ele - "Mãe, que é este vestido?"
Eu - " Veio de Macau."
Ele - "De Macau?"
Eu - "Sim."
Ele - "Quer ir a Macau buscar mais vestidos."
Recado: quando fores traz mais como estes (que, por acaso, são de Hong Kong)
Eu - " Veio de Macau."
Ele - "De Macau?"
Eu - "Sim."
Ele - "Quer ir a Macau buscar mais vestidos."
Recado: quando fores traz mais como estes (que, por acaso, são de Hong Kong)
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