sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Calendário do advento

Procurei alguns na net, mas na realidade nenhum me encheu as medidas e todos levavam algum tempo a fazer. Aproveitei uma idea do site Playful learning, que adoro, mas em vez de frases sobre a família escrevi pequenas actividades para fazer com o Manuel, de forma a tornar o advento mais rico em criatividade. Depois, foi só encher o frasco de uma maneira qualquer...

Vou mostrando algumas das surpresas que as noites e os pequenos papéis enrolados ou dobrados nos trazem.

(também temos um calendário daqueles com chocolates, claro!)

 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

d e s o r d e m

Porque é que a vida dos outros me parece sempre tão certa, tão alinhada, tão dentro do tempo? Todos os fios de cabelo no sítio certo, roupa sem vincos, caras sorridentes...
E a minha, sempre em desalinho, em correrias, em desacertos? Sempre coisas que nunca se acabam de arrumar, meias desencontradas, cabelos fora fora do sítio, tarefas que jamais consigo acabar, planetas em trânsitos estranhos, atrasos e nervos à flor da pele...

Porquê?

"(...) Mas não é por isso que eu tenho uma tara pelo Tiffany's. Ouve. Sabes aqueles dias em que temos o ferro em brasa na cabeça?
- Como estar com a telha?
- Não - respondeu ela, lentamente - Não, a telha é porque estamos a ficar gordos ou às vezes porque a chuva nunca mais pára. Ficamos tristes, pronto. Mas o ferro em brasa é horrível. Temos medo e suamos como tudo, mas não sabemos do que é que temos medo, a não ser que é uma coisa má que nos vai acontecer, mas não sabemos o que é. Nunca sentiste isso?
- Várias vezes. Há quem lhe chame ansiedade.
- Como queiras, ansiedade. Mas como é que te livras disso?
- Bem, um copo pode ajudar.
- Isso eu já tentei. Também tentei a aspirina. O Rusty acha que eu devia fuma marijuana, o que eu fiz por uns tempos, mas só me dá vontade de rir. Descobri que o que me faz melhor é apanhar um táxi e ir até ao Tiffany's. Fico logo mais calma com a serenidade e ar digno que aquilo tem. Não há nada de realmente terrível que nos possa acontecer ali, com aqueles homens de fatos janotas, e o cheiro fantástico da prata e das carteiras de crocodilo. Se eu encontrasse um sítio da vida real que me fizesse sentir como o Tiffany's, não hesitava em comprar mobília e dar um nome ao gato."
Truman Capote, Boneca de Luxo (sim, o título em inglês é muito mais apelativo)


domingo, 1 de dezembro de 2013

Em Dezembro, Santa Claus is coming to town


Mesmo que não quisesse, ser mãe de um filho de 4 anos traz os seus benefícios e comemorar o Natal com requintes é um deles. As músicas no carro repetem-se e felizmente que encontrei umas em versão de jazz, o pinheiro também foi uma exigência e lá fomos ao CCB comprar a dita árvore "verdadeira". Também trouxemos um presépio da PUKACA e mais umas prendinhas da Ana Oliveira.




Ontem, o programa foi ir ver as iluminações de Natal e a respectiva inauguração de circunstância que nunca faria antes da minha condição de mãe, mas achei que todos o miúdos, incluindo o meu, gostam de fogo de artifício (eu gosto desde sempre, confesso). Nada de mais errado! A cria agarrou-se aos ouvidos e começou a chorar que queria ir para casa! Felizmente o resto do passeio, pela baixa e pelo Chiado, foi mais calmo e ainda assistimos a um mini concerto de Natal, no Largo Camões, que salvou a noite.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Da liberdade

Primeiro era só uma pequena irritação. Sempre que o temóvel se desligava, voltava à data de 1 de Janeiro de 2005 e muitas das mensagens recebidas durante essa altura perdiam-se. Andava já com 8 mensagens não lidas que estavam algures não sei bem onde e a vodafone pedia-me um valor absurdo para uma actualização de software que nunca fiz.

Depois, na passada sexta-feira, o temóvel desligou-se e nunca mais o consegui ligar. Tudo indicava ser a bateria, mas não se comprovou (também só tinha 4 anos) e até agora não sei o que aconteceu. O que sei é que me aborrece imenso tratar destas coisas e por isso fui deixando passar o tempo. (Na verdade é o meu pai que, cheio de boa vontade, anda a tentar resolver a situação)

São 5 dias sem telemóvel, não é nenhum drama nem nenhuma eternidade... Mas confesso que me irrita esta mania de ter de estar sempre ligada, sempre contactável e que me sinto mais livre assim. Claro que também me sinto mais insegura, sei que se me acontecer alguma coisa no trânsito não posso ligar a ninguém, ou que se não puder ir buscar o Manuel à última da hora não posso fazer nenhum telefonema SOS.

Devo dizer que não me imagino a viver sem telemóvel durante muito tempo (suponho que, principalmente, devido à minha condição de mãe), mas a experiência tem sido melhor do que pensava e, para além disso,não me apetece gastar nem mais um cêntimo com estas companhias de telecomunicações que dominam o mercado sem ter a mínima preocupação com o apoio ao cliente!

Uma última reflexão me assalta (e me assusta) nos últimos dias: a segurança é um antónimo de liberdade? É que parece que sim...

 

P.S. - Não me liguem, não vale mesmo a pena!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

domingo, 17 de novembro de 2013

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[Domingo à noite]

Inveja da liberdade com que os outros escrevem.