"Do not ask me who I am and do not ask me to remain the same: leave it to our bureaucrats and our police to see that our papers are in order. At least spare us their morality when we write." Michel Foucault
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
os maravilhosos desenhos dele
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Os átomos de infantilidade
S. Corazza, Infancionática..., 2003, p. 101
Daqui, deste texto de Walter Omar Kohan
sexta-feira, 6 de março de 2015
Ainda da Adriana
Uma das canções que mais admiro e gosto de ouvir é a Formiga Bossa Nova, com um poema do Alexandre o'Neill que eu gostava que fosse verdade para a minha vida - e que também é cantado de forma exímia pela Amália Rodrigues.
Mas do último concerto, fiquei mesmo fã de "O Mocho e a Gatinha" e esta semana tenho ouvida estas música vezes sem fim (e o vídeo também é muito bonito). Reparei entretanto que a filosofia de vida por trás de "Formiga Bossa Nova" e "O Mocho e a Gatinha" é praticamente a mesma e assim, talvez eu, um dia, deixe de trabalhar e me aventure numa grande viagem pelo mar num lindo bote verde ervilha...
Que bela gata Deus me meu!
terça-feira, 3 de março de 2015
Ernest et Célestine
Mas no último Domingo a escolha era tão boa que não resisti. Apaixonei-me por Ernest et Célestine. (já tinha passado na Monstra há um ou dois anos, mas na altura não vimos). É mesmo um filme a não perder!
(E por falar nisso, a Monstra já anda por aí outra vez e o nosso programa já está sublinhado)
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Música para nós
domingo, 22 de junho de 2014
De viagem
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Dele
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Calendário do advento
Procurei alguns na net, mas na realidade nenhum me encheu as medidas e todos levavam algum tempo a fazer. Aproveitei uma idea do site Playful learning, que adoro, mas em vez de frases sobre a família escrevi pequenas actividades para fazer com o Manuel, de forma a tornar o advento mais rico em criatividade. Depois, foi só encher o frasco de uma maneira qualquer...
Vou mostrando algumas das surpresas que as noites e os pequenos papéis enrolados ou dobrados nos trazem.
(também temos um calendário daqueles com chocolates, claro!)
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Prémière
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
As paixões dele
Fomos ver o Kirikou à festa do cinema francês e ficámos fãs! É um filme que apetece ver e rever vezes sem conta e o Manuel anda sempre a trautear as canções. Se estivéssemos cá este fim de semana, para além do festival Big Bang (até já tínhamos bilhetes) se calhar ainda íamos ver o Kirikou 2,mas não vai dar.
Para além disso, parece-me que o fantasma do Mozart veio viver cá para casa:
1- Ouvimos a criatura a toda a hora
2- "Mãe, quando for grande vou chamar-me Amadeus"
3 - Quer ir buscar o músico, "lá ao sítio onde ele está morto" (cheira-me a crime)
4 - Anda muito descontente porque os amigos não sabem quem é o Papageno
( JURO que não tenho nada a ver com isto)
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Nem fazia bem intenção de ir com o Manuel - gosto do trabalho da Lygia há muito tempo e queria realmente experimentar porque só tinha visto umas obras há muito tempo na Casa de Serralves - mas como ele anda sempre connosco, foi. Éramos quatro adultos e ele e houve um momento em que quis experimentar "O túnel", uma maga de pano elástico em cada pessoa entra por um lado, para se encontrarem no meio, e o Manuel, tão querido, foi experimentar comigo. Ele entrou por lado, eu por outro e gatinhamos, gatinhamos, até que por fim nos encontrámos a meio e foi um momento tão mágico e bonito que nunca mais me irei esquecer. Desse encontro resultou esta fotografia, tirada pelo pai.
Mais tarde, disse que ele tinha sido muito corajoso por entrar no túnel, e que era o meu companheiro de aventuras, o que é a mais pura das verdades.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Desenhar
Antes de ser mãe prometi muitas coisas (não tantas com a Malika Chopra, embora algumas coincidam) e uma delas foi que livros de pintar jamais entrariam lá em casa... Mas a verdade é que ora pela mão de uns ou de outros, lá forma chegando e o M. foi começando a fazer-se a eles. Eu, sou feroz defensora da criatividade e tudo o que me cheire a facilitismo criativo faz-me comichão. E os livros de pintar, estes de pintar direitinho e dentro do contorno, ai, ai, ai... Mas vou fazer o quê? Mesmo assim não é tão mau como o tempo que passa a ver bonecos no You Tube (que ontem até o Winnie the Pooh em russo nos calhou na rifa!).
Às vezes pinto com ele e mostro-lhe outras formas de pintar: com cores misturadas, às pintinhas ou então até desenhar coisas nos fundos dos desenhos (onde será que este elefante está?). Enfim, eu tento... Ele gosta realmente de pintar.
Quanto a mim, fico deliciada quando lhe dá para o desenho, ainda por cima quando vem acompanhado de narrativa, como aquele dia em que o pai estava na casa do pinheiro e depois saiu par ver o Voltuja (1) que estava no buraco: "Aqui vês?"
(1) Voltuja é um personagem imaginário de um filme do Winnie, mas que de vez em quando também aparece lá em casa (e risca paredes e faz outras patetices). Aparece também na vossa casa?
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Produções Mãe Galinha, Filho Pintainho
Foram feitos a partir de caixas de ovos, como vimos no facebook (aqui)
sábado, 9 de abril de 2011
Contapetes
Depois de uma semana e meia fechado em casa por causa de um bicho chamado varicela, fomos ver os Contapetes para bebés ao Maria Matos. O Manel, como sempre, fica muito concentrado a olhar e não é muito de se intrometer mas, no fim, revisitámos todos os tapetes e ainda trouxemos dois livros para nos lembrarmos das histórias em casa.
A repetir...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A casa
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A flor

"Pede-se a uma criança. Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas linhas com que Deus faz uma flor!"
Almada Negreiros
quarta-feira, 31 de março de 2010
Pequenas coisas com a máxima importância

Gosto destes jardins em miniatura. Transmitem imensa tranquilidade e são como pequenos mundos. Quando era pequena a minha tia tinha uma pequena estufa em forma de casa. Adorava ficar a olhar para ela quendo ia lá a casa, acho que tinha fetos lá plantados.
Hoje tenho um grande globo daqueles que se usam nos laboratórios químicos, mas há anos que tem a mesma planta... Prometo, em breve, recolher vários espécimens para o reabilitar, mas não garanto que fique tão bonito como estes.
Quando o Manuel for maior construo um com ele, como tão bem se ensina aqui.
sábado, 14 de novembro de 2009
...is more
important than knowledge.
For knowledge is limited
to all we now know
and understand, while
imagination embraces the
entire world, and all there
ever will be to know and
understand.”
Albert Einstein
Roubado aqui*





















