Há um ano tinha uma barriga do tamanho da lua (quando está cheia). Andei o dia inteiro para trás, para a frente, para trás, para a frente. Subi e desci para o 3º andar pelo menos 4 vezes. Fui à loja dos 300 (nunca ganhei o hábito de dizer "loja do €1,5") e comprei uma caixa (hoje de ferramentas) e pegas para a cozinha (péssimas porque são de um material inflamável!). Andei tanto no Alto dos Moínhos que quase fui ao Hospital dos Lusíadas. Ao princípio da noite limpei não sei o quê (algo na cozinha, acho). O Cavaco ia falar ao país sobre as escutas. Pensava: "se ele nascer amanhã não vejo o último episódio do Dexter." Vi o Jornal da 2 debruçada sobre a bola de pilates (imprescindível para qualquer grávida). O Cavaco nunca mais falava e eu disse ao Ivo: "Temos de ir para a maternidade". Às 2h40 da manhã tinha o bicharoco ao colo. Não chorei como nos filmes mas agora, sempre que me lembro, choro.
"Do not ask me who I am and do not ask me to remain the same: leave it to our bureaucrats and our police to see that our papers are in order. At least spare us their morality when we write." Michel Foucault
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Ontem...
Móbiles

Confesso que às 39 semanas já ando um pouco para o saturado e com a paciência a roçar o nível zero... Nada que eu possa fazer, entretanto. Deveria aproveitar estes dias, mas quando estamos à espera que algo de importante aconteça as energias começam a canalizar-se para aí e a cabeça perde um pouco de concentração. Concentrei-me no mobile dos tsurus e acho que ficou simples e bonito. Espero que dure algum tempo. Outro completamente diferente, muito op art, é o que fiz a partir deste livro*: depois dos 15 dias de vida os bebés começam a prestar muita atenção aos contrastes mais fortes e, de vez em quando, devemos mostrar-lhes coisas que estimulem a visão (mas este tipo de móbil só é para utilizar quando estão despertos e por pouco tempo). Acho que tanto um como outro funcionam melhor que os comerciais, que têm os bonecos na vertical, o que faz com que o bebé não veja nada a não ser as patinhas dos bichos...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Últimos dias...
Confesso que se apoderou de mim uma ideia de perfeição que faz com que ande um pouco insuportável... Pelo sim, pelo não a culpa é sempre das hormonas e tido fica resolvido. Menos mal...
Tinha encontrado uma cadeira de verga no ecoponto, mas como está estragada e não encontro quem a arranje decidi ir comprar uma à Feira da Luz (tem coisas deliciosas, confesso). É super confortável, faz com que fique de costas direitas e o Ivo ofereceu-ma. Mas o problema é que parece que não fica bem em lugar nenhum da sala!!! Acaba por ser um bocadinho grandota e nós gostamos imenso de ter espaço livre (por exemplo não temos mesa de centro na sala). Espero que seja uma questão de hábito... Mas a casa perfeita de revista de decoração confesso que ainda não consegui :(
À noite demos uma volta e acabei por trazer uns ramos, embora ainda não sejam os ideiais, para fazer alguma coisa parecida com isto* ou com isto*. O Manuel tem um daqueles mobiles com música, mas tem uma estrutura muito impositiva em plástico que me incomoda imenso, por isso ando sempre com um destes* na mira.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
à espera, waiting, en attendant

Estar à espera. Estar à porta.
É assim que estou e o sentimento intensifica-se desde que fiquei de baixa (no Sábado). Sempre pensei que o Manuel ia nascer para aí às 38 semanas!! Mas porquê? Porque é que pensava ou queria isso? É certo que estas últimas semanas são cansativas e que não dá para uma pessoa se concentrar muito noutros assuntos, mas daí a apressar o rapaz... Só tenho de me sentir lisonjeada de ele gostar do quentinho da minha barriga e sair quando se sentir preparado. Claro que hoje fiquei muito contente por saber que já está encravado na bacia e a médica sentiu logo a cabecita! Na eco também se via a rodar a cabeça para se ir encaixando no canal de parto... Parece, portanto, que estamos os dois em sintonia: cada um a fazer o seu trabalho para facilitarmos isto para os dois lados. Há-de ser fácil.
Como ele me ensina a esperar, achei por bem fazer uma lista de "Como não ser uma mãe ansiosa":
1. todas as pessoas têm o seu ritmo (que pode não coincidir com o meu)
2. a partir de agora, nem tudo há-de ser como eu quero, ou como eu sempre quis
3. o tempo, afinal, parece que não existe!
4. o tricot é sempre uma óptima opção
5. uma canção também pode ajudar
...
Espero por mais sugestões...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pai e Mãe = Avós
Ninhos para ele
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Nesting...
Nest - to built or use a nest
Nidificar - fazer o ninho
Ninho - 1 pequena construção feita pelas aves com penas, palhas, fios, etc., para pôr os ovos e criar os filhos; 2 lugar onde se recolhem e dormem certos animais; 3 abrigo; esconderijo (...); 5 cama, leito; 6 casa paterna; (...) 8 meio favorável ao desenvolvimento de algo.
A palavra inglesa é mais simpática do que nidificar, mas um ninho é sempre um ninho e não é tão fácil de fazer como parece (os das aves são lindos, construções que sempre admirei). Embora estivesse consciente de querer fazer o melhor dos ninhos para o Manuel, nunca pensei que isso ultrapasse os meus limites. Dei por mim a encher a casa com sacos (e grandes) de espuma, esponja e outros que tais enchimentos semelhantes aos que os pássaros usam... Dei por mim a tentar aprender coser na máquina da minha avó e a ter ataques de nervos por não ter aprendido com ela quando era tempo... Dei por mim a comprar tecidos aqui e aqui... Enfim, dei por mim a nidificar (i.e. preocupar-me ao máximo com o conforto do Manuel quando sair do quentinho da minha barriga). Logo mostrarei os resultados :)
Entretanto, com três dias de folga e duas manhãs passadas na Maternidade, as coisas foram-se ajeitando lentamente. Deitámos inúmeras coisas fora (o ninho requer espaço), inclusivé postais e agendas culturais que tinha há anos mas, efectivamente, torna-se impossível de juntar tanta coisa. Arrumei quase tudo , mas vi-me obrigada a delegar as tarefas de limpeza a uma dessas empresas que andam por aí - e fiquei minimamente satisfeita com o serviço. Casa limpa e arrumada. Quanto tempo durará?
A tese anda meio parada, salvo nos momentos em que espero por ser atendida na MAC.
Como estou com diabetes gestacional, acabaram-se os doces e tenho de comer inúmeras vezes por dia:
8h - pequeno almoço
10h - lanche do meio da manhã
12h - sopa do almoço
13h - prato principal almoço
14h - fruta almoço
16h - lanche
18h - comer mais qq coisa
19h - sopa jantar
20h - prato principal jantar
21h - fruta jantar
22h - ceia
(Ufa! Só de escrever cansa!!) Como levo imenso tempo a comer, isto significa que, a partir de agora, vou estar o tempo todo a comer!!! Não sei bem como me vou organizar no museu...
Hoje descobri que os produtos para a higiene do bebé são extremamente caros. Felizmente, o avô farmacêutico ofereceu! Sempre que lá vou dou lucro à farmácia e prejuízo ao avô.
As coisas estão quase prontas, só falta a banheira.
Descobri, no primeiro CTG, que já tenho contracções muito fortes de 10 em 10 minutos, mas não sinto nada, o que é bom.
As fotografias são de uma espuma que comprei na pollux. Apesar de ficar sempre frustrada com o resultado das fotografias, gostei destas porque parecem partes de um Friedrich.
Nunca sei se este é o último post antes de o Manuel se assomar à porta do mundo ;)
domingo, 6 de setembro de 2009
O tempo, Tarantino e "Os de cima e os de baixo"


Com o Manuel a começar a querer espreitar à porta do mundo é inevitável que comece a pensar nalgumas coisas que vão passar a ser menos frequentes. É verdade que temos uma vida atarefada, mas de vez em quando conseguimos ir ao cinema... Vou sentir a falta disso, ainda por cima quando não consigo ver filmes em casa. Cinema é uma sala grande, escura, com um ecrã do tamanho do mundo ( e fujo a sete pés dos sítios onde existem pipocas). Cinema não é a minha sala, nem a minha televisão. Ainda queria ir à cinemateca, mas na Sexta ficámo-nos pelo Tarantino que está cada vez melhor (assim como os dois protagonistas masculinos: Brad Pitt e Christoph Waltz). Impossível de perder.
Antes disso passámos pela livraria do Monumental e apaixonei-me por um livro da Kalandraka: Os de cima e os de baixo. Ultimamente acho que gasto mais dinheiro em livros infantis, do que para adultos: é que as ilustrações são mesmo irresistíveis!! Mas antes de dar entrada na MAC, onde espero que o meu bebé nasça rápido e saudável, ainda quero comprar Walden, ou a Vida nos Bosques - acho que deve ser bom para os primeiros meses de mamã.
A bebé da Ana já nasceu. E tu Manuel? Está na altura de começares a pensar nisso...
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domingo, 23 de agosto de 2009
E, de repente... o futuro.
Nunca fui assim. "Assim", de dar por mim a pensar no prazo de 5, 10 ou 20 anos. Não tenho seguro de vida, nem de saúde e acho tudo isso uma aldrabice. Talvez o facto da minha barriga já ultrapassar o diametro da minha cabeça tenha alterado isso e dou por mim a:
- comprar discos externos para fazer back up do computador (a tese, as fotos da barriga ainda lisinha, eu e o Ivo sozinhos...),
- prolongar garantias de electrodomésticos para além dos dois anos obrigatórios,
- pensar na preservação das células estaminais do rapaz.
Isto muda mesmo... mas é bom.
Entretanto, 1ª máquina de roupa: infinitas peças com menos de 50cm!!!
terça-feira, 11 de agosto de 2009



As minhas últimas férias como "não mãe" estão mesmo quase a acabar. Toda a gente me dizia para aproveitar, o que para mim é incompreensível. Aproveitar o quê? Para já, ando às voltas com a tese, de forma a poder emancipá-la antes de despachar o Manuel da barriga para fora; depois, as coisas boas das férias (sol, família e praia) estarão cá na mesma para o ano. Acredito sinceramente que o meu mundo (e em geral, o Mundo) será melhor com o Manuel. Muito melhor! (Se não fosse isso não tinha embarcado nesta aventura). Só a minha tia usou a expressão correcta: "para o ano vai ser diferente, mas também é giro."
Diário em tópicos.
- No último dia que passámos no Alentejo litoral, fomos às festas de São Romão, que recriam o momento em que as pessoas do campo iam à praia antigamente. Levam farnel e iam ao banhos nos trajes da foto. Na feirinha de artesanato encontrei uma bola de trapos para o Manuel (andava mesmo à procura duma) e a artesã foi muito querida em oferecê-la. Também nos abastecemos de nozes e oregãos (a minha avó comprava-me sempre oregãos aos molhos, que é díficil de encontrar, mas são muito melhor).
- Hoje fomos fazer a ecografia das 32 semanas. O puto já passa dos 2 quilos, mas nunca deixa ver a cara muito bem. Estava numa posição muito engraçada a agarrar o no pé!
- É altura de começar a pensar no plano de parto.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
Aquarela - Toquinho
Esta música faria parte de uma "play list" para o Manuel, que ainda não passou à prática (à escrita). Já a ouço desde pequenina. É muito bonita porque fala dos desenhos das crianças e da capacidade de sonhar e imaginar.
Numa folha qualquer
eu desenho um Sol amarelo
E com 5 ou 6 rectas é fácil fazer um castelo
Com o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover com 2 riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando contornando a imensa curva
Norte e Sul
Vou com ela viajando
Havai, Pequim ou Istambul
Pinto um barco à vela
branco navengando
é tanto o céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião
rosa grená
tudo em volta colorindo
com as suas luzes a piscar
Basta imaginar
e ele está partindo sereno e lindo
Se a gente quiser
ele vai pousar
Numa folha qualquer
eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos
bebendo de bem com a vida
De uma América à outra
eu consigo passar num segundo
giro um simples compasso
e num círculo em faço o mundo
Um menino caminha
e caminhando chega no muro
E ali logo em frente
a esperar pela gente
o futuro está
E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
muda a nossa vida
e depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe
conhecer ou ver
o que virá
o fim dela ninguém sabe
bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela
que um dia em fim...descolorirá
Numa folha qualquer
eu desenho um Sol amarelo (que descolorirá)
E com 5 ou 6 rectas é fácil fazer um castelo (que descolorirá)
Giro um simples compasso
num círculo eu faço o mundo (que descolorirá)
Numa folha qualquer
eu desenho um Sol amarelo
E com 5 ou 6 rectas é fácil fazer um castelo
Com o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover com 2 riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando contornando a imensa curva
Norte e Sul
Vou com ela viajando
Havai, Pequim ou Istambul
Pinto um barco à vela
branco navengando
é tanto o céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião
rosa grená
tudo em volta colorindo
com as suas luzes a piscar
Basta imaginar
e ele está partindo sereno e lindo
Se a gente quiser
ele vai pousar
Numa folha qualquer
eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos
bebendo de bem com a vida
De uma América à outra
eu consigo passar num segundo
giro um simples compasso
e num círculo em faço o mundo
Um menino caminha
e caminhando chega no muro
E ali logo em frente
a esperar pela gente
o futuro está
E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
muda a nossa vida
e depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe
conhecer ou ver
o que virá
o fim dela ninguém sabe
bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela
que um dia em fim...descolorirá
Numa folha qualquer
eu desenho um Sol amarelo (que descolorirá)
E com 5 ou 6 rectas é fácil fazer um castelo (que descolorirá)
Giro um simples compasso
num círculo eu faço o mundo (que descolorirá)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Música para ele

Uma das coisas que quero que ele goste é de música, por isso os primeiros investimentos foram feitos nessa área. Agora só me falta comprar umas colunas razoáveis...
Música para bebés, da melhor, aqui, com direcção de Paulo Lameiro. Já comprei o CD e aconselho a todos os pais.
E vídeos dos concertos, também aqui.
Espero um dia poder vir a assistir a um deles com o Manuel!!!
sábado, 20 de junho de 2009
Estar grávida...

Não será fácil falar sobre como é estar grávida, porque a mistura de sentimentos é muito grande. A ver vamos...
Às vezes acho que é a melhor coisa do mundo, sobretudo quando o Manuel mexe e fico a pensar como ele será. Sei que vou ter saudades desta barriga!! Outras vezes queria que ele nascesse logo, para o poder ver e saber que está bem - se está umas horas sem mexer confesso que fico um bocadinho ansiosa!!
A relação com os outros também é complicada: uns dizem que não podemos fazer nada (cuidado com isto, cuidado com aquilo), outros aconselham uma vida mais radical do que anteriormente (estilo "aproveita agora, que depois é tarde!). Mas sobretudo o que mais me chateia é ouvir críticas de pessoas que nunca passaram por esta situação dizer que sigo à risca as recomendações médicas, que estou a levar isto muito a sério e que o meu míudo vai ser um mimado (e vai, mas não considero isso mau. Mimado não é mal-educado). Cada uma vive a gravidez como quer e acho que não devo prejudicar uma vida que não é a minha: este bebé ainda é muito pequeno.
Cá por casa e no trabalho: sim, sinto-me mais cansada(o meu débito cardíaco aumentou 50%, assim como o volume sanguíneo, as necessidades de oxigénio são maiores), apetece-me um ritmo mais lento, custa-me baixar . Por muito queridos que todos sejam, há sempre esforços que tenho de ser eu a fazer...
Os ataques de choro são frequentes, como no outro dia em que cheguei a casa depois de um dia no museu, uma aula de hidro, fiz o jantar, lavei a loiça e à meia-noite estava a lavar roupa à mão (já é tão pouca a que me serve, que não dá para encher a máquina) para levar no dia seguinte. Depois começo a pensar como vai ser quando o bebé nascer... Não dá para tudo! E ainda assim temos as tarefas mais que divididas cá por casa. Será que estou a exigir demais?
Também começam a acontecer coisas que a mim nunca me aconteciam!! Como cair de escadas abaixo. Não entrei em pânico porque não bati com a barriga e o Manuel mexeu logo a seguir, mas passado uns tempos começei a pensar que poderia ter acontecido alguma coisa... Fico sempre preocupada com a fragilidade deste pequeno ser, embora a médica me tenha tranquilizado e dito que ele está muito bem protegido... Ser responsável por outra vida é sempre ser responsável e por enquanto não posso partilhar isso com ninguém.
Por muito acompanhada que seja a nível médico, há coisas que escapam e uma delas é a questão emocional. A minha obstetra disse-me que estava com a placenta um pouco baixa e, embora não fosse motivo para preocupação nesta fase da gravidez (vai subindo à medida que o útero alarga), se a situação se mantivesse teria de ser feita uma cesariana. Entrei em pânico porque queria mesmo um parto natural!! Andei a pesquisar na net e claro que piorou!! Felizmente escrevi um mail para as Doulas de Portugal, que me responderam de forma muito simpática e tranquilizadora, dizendo:
"é prematuro falar em placenta baixa nesta altura. O ideal é que a médica não lhe tivesse dito nada, pois a placenta vai sair desse lugar e neste momento a Marta está simplesmente tensa e ansiosa sem qualquer necessidade e sem poder fazer nada. Porque e caso de verdadeira placenta prévia no final da gestação apenas se pode fazer uma cesariana, essa é uma verdadeira razão para fazer cesariana, MAS o diagnóstico apenas pode ser feito depois das 34 semanas, altura em que o útero vai crescer muito pouco - em comparação ao que vai crescer com 24 semanas..."
Fiquei com muita vontade de ter uma doula!
Enfim, resumindo: estou feliz, mas assustada. Parece que é uma coisa pela qual terei de passar sozinha.
(Tenho sérias dúvidas acerca da publicação deste post por ser tão intímo e sincero.)
domingo, 14 de junho de 2009
A trabalhar nisto...
Entre muitas outras coisas... Fazer estes softies dá-me imenso prazer a ajuda a descontrair. Primeiro estava destinado ao Manuel, mas agora acho que vou ficar com ele para mim (deixo a partilha para mais tarde, se ele quiser). Feito a partir deste fabuloso livro.
sábado, 6 de junho de 2009
Aconchegado


Gostava que ficasses assim aconchegado, depois de nasceres (e com um azul tão bonito!). Talvez não seja necessário comprar este, que é caro, uma flanela fofinha servirá...
Pergunto-me como será quando finalmente chegares...
Em vez de fazer a tese ando a ver isto (Jonas Jodie) e isto (Wee Gallery) e isto (Bloesem Kids). Terei tempo para tudo?
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Acho que estou apaixonada...




Tenho andado à procura de softies, porque me apetecia imenso fazer uns para o bebé (apesar da falta de tempo livre). Enquanto espero por uns livros da amazon, descobri este blogue e o trabalho desta artista. Fiquei mesmo apaixonada!!! Quero todos!Podem ver aqui: http://melissasuestanley.blogspot.com/
e comprar aqui (espero receber prendas): http://www.etsy.com
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